11 11 2009

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APOSENTADOS DO INSS FAZEM MANIFESTAÇÃO EM PORTO ALEGRE

11 11 2009

Foto: Camila Domingues

Pensionistas e aposentados se manifestaram ontem em frente à agência central do INSS, na Capital, para chamar a atenção das pessoas sobre a situação dos benefícios.

Eles são contrários ao índice de reajuste concedido pelo governo federal ao longo dos anos e defendem a votação de pelo menos três projetos em tramitação no Congresso, que tratam da recomposição e do reajuste do valor das aposentadorias e pensões, além da extinção do fator previdenciário. Eles reivindicam ainda a derrubada do veto presidencial ao reajuste de 16,6%.

Na semana passada, o governo federal conseguiu barrar a votação, em sessão da Câmara dos Deputados, do projeto que estende a todas as aposentadorias e pensões o mesmo índice de correção dos benefícios no valor do salário mínimo. A União alega que a mudança teria impacto de R$ 6,9 bilhões nos cofres da Previdência só em 2010.

Aposentado há mais de dez anos, Paulo Rocha defende que o reajuste da aposentadoria acompanhe o aumento do salário mínimo.

Fonte: Correio do Povo





COLEGA DO INSS FALECE ACOMETIDA DE INFARTO NO LOCAL DE TRABALHO

10 11 2009

O governo mente para o país quando diz que está preocupado com a questão e que estará realizando Exames Médicos Periódicos nos servidores e que, para isso, já gastou milhões de reais em estudos.  Com esta jornada extenuante as mortes são inevitáveis e, nesse sentido, é com profundo pesar que comunicamos o falecimento da companheira servidora Mariza de Figueiredo Santos nesta manhã (09/11), na Agência do INSS de Teófilo Otoni, MG. É preciso que os Gestores reavaliem as condições de trabalho a que os servidores estão submetidos e também reavaliem a jornada de 40 horas. Será que mais servidores terão que pagar com suas próprias vidas, e nem assim o governo vai rever o que tem feito com aqueles que prestam serviços de tamanha relevância à Nação Brasileira?

Fonte: SINTSPREV-MG





INSS: dez anos de estelionato qualificado

10 11 2009

Essencialmente favorável à burguesia burocrática e ao sistema financeiro do qual ela conformou-se em ser sócia menor, o atual governo conseguiu atenuar — mediante um equilibrismo tornado possível pela comparação com a inépcia e a demofobia dos tucanos — a insatisfação de alguns setores médios e populares. Às dezenas de bilhões distribuídos a bancos, monopólios transnacionais e empreiteiras, acresceram-se, a partir de 2003, algumas migalhas a mais no salário mínimo, na remuneração dos servidores e nos programas assistenciais.

 

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9 11 2009

Charge de Tacho (planetacho.blogspot.com)





APOSENTADOS NOVAMENTE PRETERIDOS

6 11 2009

 

 

Na expectativa da apreciação da emenda do senador Paulo Paim (PT/RS) ao Projeto de Lei nº 01/2007, proposta para garantir aos beneficiários da Previdência Social reajuste igual ao do salário mínimo, aposentados de todo Brasil lotaram o Plenário da Câmara dos Deputados nesta última quarta-feira, mas a esperança foi ceifada por manobra do governo: houve adiamento da votação com o pedido de prazo para parecer do relator de Medida Provisória, bloqueando assim a pauta. Além de evitar a pressão popular, o objetivo do governo é manter achatados os benefícios, com fórmula fabulosa atrelando o reajuste ao crescimento do PIB, vinculada a falácia do rombo nos cofres.

 

Sob o argumento de não prejudicar o salário mínimo, com o apoio das centrais sindicais fiéis, o governo pretende reajustar os benefícios com base na inflação acumulada, mais metade do crescimento do PIB de dois anos antes, pela manobra, aposentadorias e pensões seriam reajustados em 2,55% acima a inflação, enquanto o salário mínimo está projetado em 4,4%, ou seja, mantém-se à mingua o valor real dos rendimentos, acumulando 46% de defasagem desde 1995, quando no governo FHC houve a desvinculação.

 

O impacto do reajuste pelo mesmo índice do salário mínimo impactaria em R$ 6,8 bilhões, segundo o Ministério da Previdência, enquanto a estimativa de Renúncias Previdenciárias, aprovadas na Lei Orçamentária Anual de 2009, estão na ordem de mais de R$ 17 bilhões, isto é, faz-se política fiscal com o dinheiro que deveria ir para o pagamento de benefícios, graças à DRU – Desvinculação das Receitas da União.

 

Cerca de 8,6 milhões de beneficiários fariam jus ao reajuste, impactando na vida de mais de 25 milhões de brasileiros, sem contar no retorno destes recursos na economia do país, no entanto, preterem-se estes para, por exemplo promover o superávit primário para pagamento dos juros da “dívida”, somando R$ 18,9 bilhões apenas até setembro.

 

As senhoras e senhores presentes no Planalto, bem como os que aguardavam ansiosos um desfecho feliz não foram apenas desiludidos, estes tralhadores e trabalhadoras que dedicaram boa parte da sua vida para construir a nação são preteridos das prioridades do Estado Brasileiro. Aos jovens as perspectivas não são otimistas, será necessária muita galhardia para salvar a Previdência Pública Brasileira da manipulação dos governos.

 





crivo | contra-informação

5 11 2009

crivo | contra-informação | #1, nov.09

#1, nov.09